Análise Final

Analisando:

 Estando ciente dos trabalhos das seções anteriores, inicio nessa última uma análise geral como reflexão de todas as atividades vivenciadas e realizadas.
 No que diz respeito as observações das aulas do professor-colaborador, esclareço que é impossível afirmar qualquer coisa sobre sua metodologia, postura como professor, etc, que foi um dos meus objetivos ao iniciar as atividades e que infelizmente não pude alcançar, por isso, o que direi aqui são apenas detalhes que pude observar em algum dado momento e que associei com alguma leitura que já fiz na vida acadêmica até agora.
 Primeira coisa que anotei mentalmente foi em relação as avaliações que os alunos estavam fazendo: ele passava a mesma avaliação para todas as turmas daquela série, por exemplo: as avaliações do 6° ano era a mesma para a 62.01, 62.02 e 62.03, e isso dificulta muito o ensino-aprendizagem. O aluno estudou mesmo ou pegou a prova do amigo da outra turma? Imediatamente pensei na validade e nas outras noções básicas para a elaboração de um teste. Senti na pele que às vezes não dá para executar o que planejou, mas a avaliação vale a nota do aluno, e, consequentemente, a do professor, pois é ali que iremos saber o que eles sabem e como eles processaram as nossas aulas e conteúdos ministrados, bem como reflexo de nossa metodologia.
 Nas oficinas, foi muito prazeroso trabalhar da forma em que trabalhamos: deixando o aluno livre.
 Foi interessante ver como eles pesquisavam e perguntavam algumas palavras e expressões em inglês, muito motivador ver o entusiasmo deles e ver o quanto eles estavam confortáveis conosco.
 Nas regências, o professor também nos ajudou bastante! Felizmente pegamos o início de um novo conteúdo, que facilitou muito no planejamento das aulas. Os alunos gostaram bastante, e parecem ter aprendido bastante. Pude quebrar alguns paradigmas pessoais que eu tinha em relação a língua inglesa nas escolas: muitos alunos estavam, sim, interessados em aprender a língua, a falar, e isso me deixou muito animada e motivada. Foi excelente para mim poder planejar as aulas e elas acontecerem, ou pelo menos a essência do que foi pensado ter acontecido de fato e ver que os alunos interagiram conosco e realmente aprenderam conosco ao menos um pouco.
 Uma das coisas que mais me marcou foi a possibilidade de ver algo como as competências/habilidades descritas na BNCC se tornando realidade em alguns casos, sendo algo possível de acontecer se bem desenvolvido. Era algo que até então eu não tinha contato, e agora eu sempre irei fazer planos (os que eu puder) pensando nesse documento, porque foi algo que vi que foi bem interessante trabalhar. Fazer algo que você já sabe o que pretende desenvolver, e que é possível de acontecer é muito prazeroso, mais prazeroso ainda é adequar isso à realidade dos alunos. Cresci muito como acadêmica e futura professora pesquisando planos de aula e atividades, e discutindo sobre os documentos como PCN's (Parâmetros Curriculares Nacionais) que sempre traz propostas pedagógicas que podem se adequar a realidade educacional da instituição e a BNCC, que traz dicas de como ser trabalhado e do que alcançar. Essa foi a minha análise.

Comentários

  1. DA aula que vi ajudei a planejar, realmente acredito que seguiram o planejamento pensando na BNCC, mas ainda um tanto conteudista na apresentação. Mas pense no leitor. Ele não é capaz de compreender como as aulas se deram. Faltou descrição do ambiente da aula. Porém, se você tem em mente trabalhar as competências/habilidades vai desenvolvendo isso na sua aprendizagem como docente. Entretanto, nesse processo é necessário reflexão pessoal, mas também análise com embasamento teórico. Aqui faltou descrição densa e embasamento. Um exercício seria você entender o que digo seria pedir para uma pessoa de outra licenciatura ler. Ou um professor de São Felix. Melhor ainda se alguém que não fez estágio ainda e ver o que perguntam.

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