Observações
Dia 12/11/2019:
No dia em questão, deu-se início às observações das aulas que duraram (todas) 45 minutos, devido a falta de lanche na escola para os alunos. Meus objetivos iniciais eram observar elementos das aulas do professor-colaborador: qual era a sua metodologia de ensino, sua didática, quais recursos usava para deixar claro ao aluno o que se pretende ensinar. Infelizmente, os objetivos iniciais não foi possível completar.
A primeira turma observada foi a 62.03 (6° ano), no período matutino, no primeiro horário, e a primeira aula do professor-colaborador, aula que ele começou corrigindo atividade e dando o visto nos cadernos, eles haviam feito avaliação na aula anterior e não se saíram bem. Estavam estudando a temática There to be.
O que deu para perceber nessa aula foi a questão de que o professor estimula os alunos a oralizar as respostas e/ou perguntas feitas, e trabalharem juntos, pois foram vários ao mesmo tempo copiar as questões da avaliação no quadro enquanto outros foram chamados para responder como achavam que seria a resposta e, juntos, corrigiam. Algumas vezes o professor corrigiu a pronúncia dos alunos. Fim do horário.
O segundo horário foi na turma 82.02 (8° ano), e foi o mesmo procedimento: os alunos copiaram as perguntas e respostas de uma atividade que o professor passou e corrigiram oralmente. Após o término da correção, o professor passou uma atividade para os alunos, a temática era os verbos modais Can e Could e então a aula terminou.
O professor retornou à sala de aula no quinto e último horário de aulas da manhã, para a turma 62.01 (6° ano), dessa vez para aplicar uma avaliação, a mesma aplicada no outro 6° ano (pois era o mesmo tema), até o fim do horário, quando todos entregaram as provas.
No período vespertino, a aula foi no primeiro horário, na turma 82.03 (8° ano), também foi aplicação de prova, mas faltaram alguns alunos e o professor lamentou muito por isso. Houve um momento em que ele disse que iria atribuir nota às pessoas que jogassem no Duolingo, e apenas uma aluna levantou a mão. Assim acabou a aula.
A primeira turma observada foi a 62.03 (6° ano), no período matutino, no primeiro horário, e a primeira aula do professor-colaborador, aula que ele começou corrigindo atividade e dando o visto nos cadernos, eles haviam feito avaliação na aula anterior e não se saíram bem. Estavam estudando a temática There to be.
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| Alunos da turma 62.03 (Fonte: Acervo pessoal) |
O que deu para perceber nessa aula foi a questão de que o professor estimula os alunos a oralizar as respostas e/ou perguntas feitas, e trabalharem juntos, pois foram vários ao mesmo tempo copiar as questões da avaliação no quadro enquanto outros foram chamados para responder como achavam que seria a resposta e, juntos, corrigiam. Algumas vezes o professor corrigiu a pronúncia dos alunos. Fim do horário.
O segundo horário foi na turma 82.02 (8° ano), e foi o mesmo procedimento: os alunos copiaram as perguntas e respostas de uma atividade que o professor passou e corrigiram oralmente. Após o término da correção, o professor passou uma atividade para os alunos, a temática era os verbos modais Can e Could e então a aula terminou.
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| Alunos da turma 82.02 (Fonte: Acervo pessoal) |
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| Atividade dos verbos modais (Fonte: Acervo pessoal) |
O professor retornou à sala de aula no quinto e último horário de aulas da manhã, para a turma 62.01 (6° ano), dessa vez para aplicar uma avaliação, a mesma aplicada no outro 6° ano (pois era o mesmo tema), até o fim do horário, quando todos entregaram as provas.
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| Alunos fazendo prova (Fonte: Acervo pessoal) |
No período vespertino, a aula foi no primeiro horário, na turma 82.03 (8° ano), também foi aplicação de prova, mas faltaram alguns alunos e o professor lamentou muito por isso. Houve um momento em que ele disse que iria atribuir nota às pessoas que jogassem no Duolingo, e apenas uma aluna levantou a mão. Assim acabou a aula.
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| Alunos fazendo prova (Fonte: Acervo pessoal) |
Dia 13/11/2019:
No dia seguinte, a primeira aula de língua inglesa aconteceu no início da manhã, primeiro momento, na turma 82.01 (8° ano) com aplicação de prova para os alunos que ficaram todos quietos e pensativos, mais que as turmas anteriores. Aqui, o professor mostrou preocupação com um dos alunos que estava cabisbaixo, perguntando se algo havia acontecido. Enquanto aplicava prova, corrigia outras. Até o fim da aula.
Passamos para a segunda aula, na 62.01 (6° ano), onde aconteceu a entrega de avaliações corrigidas aos alunos, o resultado não foi bom: apenas dois alunos não ficaram de recuperação. Várias vezes o docente perguntou se os estudantes haviam estudado. A aula acabou enquanto os alunos copiavam a avaliação no quadro, para poder corrigir juntos.
Na terceira aula, na 82.01 (8° ano), no terceiro horário (após o recreio) o professor entrou na sala e percebeu que havia esquecido as avaliações e voltou para buscar. Ao retornar, solicitou aos alunos que copiassem a prova nos cadernos, e foi a única coisa que fizeram na aula.
Na última aula, que fechava minha carga horária de observações, o professor pediu à um colega de trabalho para que trocassem uma aula, e assim o professor-colaborador poderia dar a prova de recuperação aos alunos. Felizmente, o colega dele concordou, e essa aula foi de recuperação. Eu apliquei, pois o professor estava dando aula de Língua Portuguesa em outra turma. Assim terminou as observações das aulas.
Na próxima seção faço reflexão sobre as aulas observadas.
Na terceira aula, na 82.01 (8° ano), no terceiro horário (após o recreio) o professor entrou na sala e percebeu que havia esquecido as avaliações e voltou para buscar. Ao retornar, solicitou aos alunos que copiassem a prova nos cadernos, e foi a única coisa que fizeram na aula.
Na última aula, que fechava minha carga horária de observações, o professor pediu à um colega de trabalho para que trocassem uma aula, e assim o professor-colaborador poderia dar a prova de recuperação aos alunos. Felizmente, o colega dele concordou, e essa aula foi de recuperação. Eu apliquei, pois o professor estava dando aula de Língua Portuguesa em outra turma. Assim terminou as observações das aulas.
Na próxima seção faço reflexão sobre as aulas observadas.





Mas que sina isso de estudar conteúdo. Estuda-se uma competência. SAber descrever sobre o que há na casa, na faculdade, no quarto etc, por exemplo. Precisa ter um propósito para usar esse verbo. Ele é o conteúdo dentro de um contexto e não o contrário. Claro que se pode ensinar no modelo estrutural..., mas isso não tem objetivo comunicativo significativo, não é real. Pode funcionar para alguns que vão burocraticamente sentar em casa e estudar o “conteúdo gramatical e vocabulário”
ResponderExcluirCan Could expressando capacidade ou habilidade. Exercícios descontextualizadíssimos. Será a falta de apresentação real (não explicação gramatical no quadro), prática e produção contextualizadas uma razão para as baixas notas? Que outras? Prova descontextualizada?